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quinta-feira, 27 de março de 2014

Phisio Saúde o seu Gabinete de Fisioterapia em Beja





A Phisio Saúde é um gabinete de Fisioterapia no qual é privilegiado o tratamento individualizado de cada utente. A cumplicidade com o ginásio Blive em Beja permitiu a criação de um espaço onde se respira bem-estar, saúde e qualidade de vida. 

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segunda-feira, 17 de março de 2014

TENDINITE - O que fazer?

 
A tendinite corresponde a um processo inflamatório de um tendão, podendo afetar vários tendões no nosso corpo. Numa fase inicial, a tendinite afeta essencialmente a parte mais externa do tendão, ou sua bainha, podendo também designar-se por tenossinovite. 

Existem locais mais frequentes onde estas ocorrem como é o caso do ombro (tendinite do supra-espinhoso, bícipete, subescapular), cotovelo (epicondilite e epitroclite), punho e dedos (tenossinovite Quervain), joelho (tendinite da pata de ganso, tendinite do tendão rotuliano), pé (tendinite do tendão de Aquiles), entre outras. 


O sintoma mais frequente da tendinite é a dor, a qual por vezes manifesta se em repouso e na maioria das vezes aparece associada a certos movimentos. 



Esta dor pode ainda irradiar para outros locais mais à distância do local de origem, sendo uma situação que origina muito desconforto e limitação nas atividades diárias. 
Como é uma situação inflamatória,a tendinite pode também estar associada a sinais como o calor local, rubor e edema, quando em fase aguda. 

Existem muitas causas possíveis para o aparecimento de uma tendinite. As causas mais comuns são os movimentos repetidos no trabalho ou em atividades desportivas, traumatismos, alterações da postura, alterações da estabilidade articular, neuropatias que conduzem a alterações musculares, entre outros.

Pode ser útil a aplicação de gelo local, repouso moderado, eventualmente toma de anti-flamatórios sob aconselhamento médico. Contudo, se existirem fatores que contribuem para que a situação se mantenha, temos então que atuar para que este quadro não se prolongue indefinidamente.
Além dos meios físicos que podem ajudar a controlar/melhorar a resposta inflamatória (crioterapia, eletroterapia, ultra-som, laser), a fisioterapia tem como objetivo alterar os fatores que desencadearam a tendinite/tendinose.

É necessário avaliar os hábitos posturais e gestos realizados no dia-a-dia, perceber quais as alterações posturais que podem levar à sobrecarga de alguns tendões, perceber se existem disfunções da coluna a vertebral que podem facilitar as tendinites ( devido às alterações de inervação e vascularização) e compreender se existem outras patologias associadas. 

Neste sentido a fisioterapia dispõe de diferentes técnicas de terapia manual, reeducação postural e educação do movimento que favorecem um melhor funcionamento articular, normalização das tensões, diminuição da dor, melhoria da vascularização e economia de esforço no funcionamento do nosso organismo.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Meias de Compressão SEGURANÇA e CONFORTO

 
Reduza o risco de sofrer lesões enquanto pratica o seu desporto favorito e conte com uma maior segurança no seu dia a dia. Pensadas para melhorar a circulação sanguínea e o rendimento desportivo de forma extraordinária, as meias de compressão evitam a fricção e as dores musculares, aumentando a estabilidade da tíbia e tornozelo para que não tenha de se preocupar nunca mais com lesões. 

Existem duas teorias para fundamentar o uso das meias compressivas. A primeira teoria baseia no retorno venoso, ou seja, o uso das meias compressivas melhoram o retorno venoso, uma vez que o sangue tem tendência a acumular-se ao nível das pernas, tanto em repouso, como em exercício. 

O uso das meias compressivas através da compressão, ao nível dos gémeos, vai aumentar o aporte de oxigénio aos músculos, facilitando desta forma o retorno venoso e a consequente remoção de metabolitos recorrentes da atividade física (Ex: ácido láctico). Assim sendo a homeostase muscular será mais eficiente, melhorando a capacidade de resistência do atleta.

A segunda teoria é menos conhecida entre os atletas, no entanto não menos importante é a vibração muscular. Quando um atleta se encontra a correr, existem inúmeras forças de impacto a que os músculos e tendões do membro inferior são sujeitos, principalmente quando falamos em superfícies mais irregulares ou rígidas.  

Pensa-se que esta vibração pode ser uma das causas de dor muscular tardia que os atletas referem. Desta forma as meias de compressão muscular vão permitir uma maior estabilidade muscular e por conseguinte uma menor vibração muscular e maior propriocepção.

Aptas para todo o tipo de desportos, como running, ski, ciclismo ou caminhadas, estas meias são ainda a companhia perfeita para cuidar dos seus pés e pernas em viagens longas.

segunda-feira, 3 de março de 2014

KINESIO Taping




As bandas Kinesio Taping constituem um método que teve origem na Kinesiologia e permite aos músculos do corpo um movimento assistido.
Este método teve o seu inicio por volta de 1973, pelas mãos do quiropata Japonês de nome Kenso Kase. Para o Dr Kase era uma premissa básica que os músculos e outros tecidos moles, tais como fáscias, ligamentos e tendões poderiam ser ajudados através de um apoio de suporte externo, e para isso somente necessitaria de uma fita ou banda elástica que fosse capaz de auxiliar a função normal dos tecidos.
O Dr Kase iniciou então uma pesquisa para obter material elástico adesivo e inovador cujo resultado final foram as bandas Kinesio de hoje. 
A aplicação do  KInesio, reduz edemas e a dor de lesões musculares. Isto ocorre porque a dor causada pela pressão exercida nos receptores, sensoriais e neurológicos, é aliviada através das ondulações que a bandagem promove, elevando a pele. 
Melhorando desta forma a circulação sanguinea e permitindo, que o sistema linfático flua mais livremente. Este efeito de drenagem reduz o sobre aquecimento dos tecidos e a presença de substâncias químicas, o que permite diminuir também os estados inflamatórios.

As bandas Kinesio têm a capacidade de suporte de um músculo durante um movimento ou uma atividade motora.  Muitas das aplicações são efectuadas contornando todo o ventre muscular do músculo que se pretende estimular ou ativar. 
Deste modo é possível melhorar a contração muscular de um músculo enfraquecido ou inibido, reduzir a fadiga muscular, diminuir as retrações extremas e excessivas dos mesmos e diminuir igualmente a possibilidade de incidência de cãibras e lesões musculares.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

GELO vs CALOR no tratamento de lesões

Tanto o gelo quanto o calor são recursos muito utilizados na prática fisioterapêutica com ótimos resultados, porém é sempre indicado que após uma lesão, o indivíduo procure o médico para uma avaliação e tratamento adequado.  
Veja como reage o nosso corpo a cada uma das opções

Gelo/Crioterapia

O gelo é considerado um anti-inflamatório natural, diminuindo os sinais clássicos da inflamação tais como edema, dor e aumento da temperatura no local seja num membro ou articulação. O frio diminui o metabolismo e reduz a circulação local através da vasoconstrição, diminuindo a reação normal do corpo (enviar mais sangue para o local da lesão) com a intenção de reparar o que foi lesado. Por isso a importância de se aplicar o gelo de imediato, se possível dentro dos 5 primeiros minutos após a lesão, principalmente se o trauma ocorreu durante prática de atividade física intensa, porém também se pode aplicar em casos crónicos com bons resultados. Geralmente usa-se o gelo durante 15 a 20 minutos a cada 2 horas, porém deve-se tomar o cuidado de proteger a pele para evitar queimadura.

Calor/Termoterapia


O calor, por outro lado, provoca a vasodilatação podendo aumentar o edema (inchaço) ou hematoma, quando há rutura de vasos sanguíneos. Por isso o calor é utilizado na reabilitação, para facilitar a circulação sanguínea e a flexibilidade muscular também auxiliando no alívio de dor.

Usado em forma de bolsas de água morna ou bolsa de gel aquecida também se podem fazer banhos de imersão (banheira) para obter relaxamento muscular e diminuição da rigidez articular. Deve-se tomar o cuidado de não aquecer em demasia e com isso, provocar queimaduras e bolhas, o calor deve ser agradável e a pele deve estar protegida. 


Existem casos onde tanto o gelo quanto o calor podem ser benéficos, por exemplo: lombalgias, hérnias discais. O ideal é o paciente testar cada aplicação e escolher aquela que mais sentir alívio e conforto.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Lesão do Tendão de AQUILES.

O tendão de Aquiles é uma estrutura fibrosa que tem origem nos Gémeos (músculo que se encontra atrás da perna logo abaixo do joelho) e insere-se no calcanhar.

O tendão de Aquiles é a estrutura tendinosa mais resistente do corpo. Quando os músculo gémeos contraem fazem com que o tendão de Aquiles puxe o pé para baixo. Sendo assim, estas duas estruturas (o músculo e o tendão) “trabalham” sempre que damos um passo para propulsionar o corpo para cima e para frente.

Normalmente os sintomas (dor) no tendão de Aquiles resultam de lesões de sobrecarga, muito comuns em pessoas fisicamente activas, principalmente as que praticam corrida ou desportos que implicam saltos. Este tipo de lesão é mais comum entre os 35 e os 45 anos, representando o intervalo etário em que o tendão apresenta maior flexibilidade e consequentemente maior susceptibilidade a lesão.

 O tratamento para lesões do tendão de Aquiles, em fases iniciais deve ser usado gelo, pode igualmente ser indicado a colocação de um dispositivo no interior do calçado, que promova a elevação do calcanhar, diminuindo a tensão no tendão, esta opção pode ser adequada nas fases iniciais, mas não devem de ser solução a longo prazo.

O repouso ou repouso relativo: evitar actividades agressivas para o tendão, alterar as rotinas ou intensidade de treino, exercícios de alongamentos ou exercícios de fortalecimento excêntrico, realizar aquecimento e cool down (arrefecimento) adequados antes e após actividade física respectivamente e alterar o calçado com alguma regularidade.

Para além destas sugestões o seu fisioterapeuta pode indicar outros planos adequados para a sua lesão no tendão.

Lesão do Ligamento Cruzado Anterior "LCA".

Anatomicamente o ligamento cruzado anterior (LCA) surge da região anterior do prato tibial (superfície superior da tíbia) e vai inserir-se na base inferior do fémur. Neste trajecto cruza-se com um outro ligamento, designado de ligamento cruzado posterior.
Os outros dois ligamentos responsáveis pela estabilidade do joelho designam-se de ligamento lateral interno (une a tíbia ao fémur do lado interno do joelho) e ligamento lateral externo (une a tíbia ao fémur do lado externo do joelho).

O ligamento cruzado anterior (LCA) é um dos ligamentos mais importantes da estabilidade do joelho. Juntamente com outros ligamentos, o ligamento cruzado anterior tem uma acção determinante na limitação ou controlo do deslizamento anterior ou posterior entre o fémur e a tíbia.

O LCA é frequentemente lesado (estirado ou rupturado) quando o corpo roda sobre a perna que se encontra apoiada no solo. Alguns exemplos desta lesão podem acontecer em actividades desportivas como o futebol, o rugby ou ski. 

Quando existe uma ruptura do LCA, o ligamento não tem capacidade de voltar a cicatrizar-se, uma dor muito intensa e uma rápida instalação de edema (inchaço), sensação de instabilidade do joelho são os sintomas desta lesão.

A grande maioria das lesões do LCA têm indicação para cirurgia, mas algumas podem ser resolvidas através da fisioterapia, dependendo do seu tipo de actividade desportiva / física ou profissional, muitas pessoas conseguem manter um bom nível de funcionalidade do joelho, mesmo com uma lesão do LCA. A fisioterapia é um recurso fundamental para restabelecer a força, a mobilidade e a estabilidade do seu joelho.

Mesmo após a fisioterapia existem alguns riscos a longo prazo, como lesões do menisco (uma estrutura que se encontra entre a tíbia e o fémur) ou processos degenerativos da articulação do joelho (ex. Artrite).

A reparação cirúrgica do LCA mais comum é a cirurgia que recorre a uma parte do tendão para substituir o seu LCA. Normalmente os médicos ortopedistas utilizam uma parte do tendão rotuliano (tendão que se encontra logo abaixo da sua rótula) e outros optam por uma parte do tendão dos músculos posteriores da sua perna (tendão que se encontra atrás do seu joelho).

Após a cirurgia é imperativo que inicie precocemente um programa de fisioterapia para ser restabelecida a máxima funcionalidade do seu joelho.
Na grande maioria dos casos não se verificam quaisquer complicações após a cirurgia mas são descritos alguns riscos pós-operatórios, como por exemplo, infecções.

MENISCOS o que são e suas LESÕES.

Conhecidos como as “cartilagens do joelho”, os meniscos são estruturas fibrocartilaginosas, com forma semilunar, existentes no interior da articulação do joelho. 

Existem dois meniscos na articulação do joelho – um interno (lado de dentro do joelho) e outro externo (lado de fora do joelho) - situados entre os côndilos femorais e as cavidades da tíbia. O menisco interno tem a forma de um “C” e o menisco externo tem a forma de um “O”.

Distribuir as forças relativa ao peso do corpo, absorver o impacto entre as forças exercidas na articulação do joelho, melhorar a congruência / homogeneidade articular contribuindo para a estabilidade do joelho assim como contribuir para uma integridade articular saudável, são as principais funções dos Meniscos.

Ambos os meniscos estão anatomicamente inseridos nas cavidades da tíbia por intermédio de ligamentos. O menisco interno encontra-se fundido / interligado com a cápsula articular e ao ligamento lateral interno. Por este motivo, tem menor mobilidade tornando-se mais susceptível a lesões (cerca de cinco vezes mais), comparativamente ao menisco externo . Para além disso, as lesões do menisco interno ocorrem muitas vezes associadas a lesões do ligamento cruzado anterior e/ou do ligamento lateral interno.

Dadas as suas características e funcionalidades, uma vez lesados, podem comprometer a funcionalidade do joelho. As lesões meniscais podem apresentar três causas distintas:  degenerativa, congénita e traumática.

A ultima  decorrente de traumas rotacionais ou axiais (ex. rotação do fémur sobre a tíbia), que lesam a estrutura meniscal. Habitualmente o mecanismo desencadeia-se através de uma rotação do corpo sobre o joelho semi-flectido (semi-dobrado). Este mecanismo é mais frequente em atividades desportivas considerando-se a presença de instabilidade articular como um dos principais fatores de risco.
 
Os indivíduos que sofrem lesões meniscais desta natureza, normalmente identificam o movimento / mecanismo que despertou os sintomas, assim como, o momento do inicio dos mesmos. Referem sintomatologia (dor) inicial severa / aguda, alternado com períodos de menor intensidade. Contudo a atividade física é sempre um fator que desperta ou agrava os sintomas. Lesões de menor gravidade / severidade podem não despertar sintomas imediatos, existindo uma tendência para surgirem ao fim de 24 horas ou mais.

Dor localizada ao nível da interlinha articular ou na região interna ou externa do joelho, dependendo do menisco lesado. Por vezes, pode existir dor na região posterior do joelho (atrás do joelho).

Dificuldades na marcha (andar / caminhar com dor) associada a uma sensação de instabilidade de falência do joelho (falta de força repentina) em atividades que implicam mudança de direção na marcha, no subir e descer escadas e pisos inclinados.

Sensação de joelho bloqueado (preso) limitando-o à realização de certos movimentos (ex. dificuldade em esticar o joelho na sua totalidade) por presença de fragmento meniscal (presença de um corpo livre e solto dentro do joelho).

Sensação de ressalto (os movimentos do joelho podem ser acompanhados por um ressalto / “clunk” audível)

Presença de edema (inchaço do joelho). É um sinal clínico frequente, mas por vezes pode não estar presente. - Por norma, a instalação do edema é lenta (pode levar horas ou alguns dias) nas lesões de origem traumática, no entanto, se surgir edema nos primeiros momentos após a lesão, poderá ser um indicador positivo a uma lesão associada do ligamento cruzado anterior

Normalmente as lesões meniscais têm quase sempre indicação para cirurgia.
Contudo, a base desta decisão pode ser considerada pelo grau de severidade bem como pelas expectativas e necessidades de cada utente. Lesões cujo sinal de ruptura seja de dimensões reduzidas podem ser resolvidas com a fisioterapia. Lesões cuja severidade seja elevada tem habitualmente indicação para cirurgia. Para além da história (origem / causa da lesão, sinais e sintomas) e respectiva avaliação clínica, os níveis de severidade das lesões meniscais podem requerer a necessidade de confirmação através de exames complementares de diagnóstico (ex. ressonância magnética).

Seja qual for a base da decisão, a intervenção da fisioterapia nos casos não cirúrgicos e/ou pós-cirúrgicos é constituída por várias etapas ou fases e têm como principais linhas orientadoras:

A diminuição da dor e o edema (inchaço) através da aplicação de várias estratégias (tipos de tratamento) como por exemplo a utilização de gelo por determinados períodos de tempo, agentes electrofísicos, mobilização da articulação do joelho, ligaduras funcionais, entre outras.

Restabelecer a mobilidade do joelho através da implementação de programas de exercícios direcionados para o aumento das amplitudes articulares.

Aumentar a força muscular do membro inferior, através de programas de fortalecimento direcionados para músculos específicos da coxa e da perna.

Aumentar a estabilidade articular do joelho recorrendo a um conjunto de exercícios proprioceptivos (de coordenação e equilíbrio) implementados gradualmente tendo em conta critérios adequados de exigência e dificuldade.

No global, a intervenção da fisioterapia tem como objetivo central melhorar os seus níveis de funcionalidade e diminuir as restrições nas suas atividades do dia a dia (ex. no andar, subir e descer escadas, agachar-se, etc) e/ou desportivas, assim como, prevenir ou minimizar os riscos de um novo episódio. 

Existe um bom prognóstico na recuperação das lesões meniscais pós-cirurgicas podendo variar entre os 30 a 60 dias tendo em conta fatores como a idade, ausência de complicações pós-cirúrgicas, o inicio precoce da fisioterapia, a motivação, etc.
Nos casos não cirúrgicos (lesões meniscais de reduzida dimensão) o prognóstico pode ser superior aos 60 dias, condicionado em grande parte à capacidade regeneração do menisco.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Três principios básicos, para prevenir Lesões Musculares

As lesões musculares podem ocorrer por variados motivos e podem ser classificadas como atraumáticas, as quais câimbras por exemplo e traumáticas que podem ser contusões e estiramentos musculares.

Podem causar muita dor e até levar um tempo considerável para serem devidamente tratadas. Existem várias maneiras de prevenção, irei abordar três  princípios básicos para evitar estas lesões, durante a prática de desportos.

Em primeiro lugar, deverá sempre alongar antes de iniciar qualquer exercício físico, num período de dez a quinze minutos. O alongamento permite o aquecimento e prepara assim o sistema  músculo esquelético para a pratica do exercício. 
Ao alongar corretamente aumenta a sua resistência, tonifica os músculos e diminui a dor, não devera aquecer, apenas os músculos mais exigidos no treino em questão, mas sim todos os grupos musculares. 

Como segundo principio deverá praticar atividades aeróbicas,  estas consistem em movimentos repetitivos que utilizam grandes grupos musculares como por exemplos: caminhar, dançar, nadar, pedalar, correr ,etc.O seu corpo ao longo de varias semanas é obrigado a dar respostas de adaptação positivas, eliminando o stress causado aos sistemas cardio vascular e respiratório durante o inicio desta pratica
No mínimo deverá praticar 40 minutos, na maioria dos dias da semana, estas atividades   diminuem a possibilidade de dores musculares e proporcionam também um ganho de força.

O terceiro principio e não menos importante, tem a ver com a ingestão adequada de líquidos e fruta, uma hora antes de treinar para garantir um ganho de energia e diminuição de fadiga muscular, recuperará do esforço despendido rapidamente.

O bom senso de cada um, também é uma boa ferramenta para evitar as lesões musculares, não faça exercícios para além das suas capacidades, a dor é um sinal de cansaço do corpo assim que sentir algum incomodo diminua o ritmo, o relaxamento muscular é muito bom depois de exercícios muito pesados.